quarta-feira, 3 de outubro de 2007

"Crónicas do Passado Actual" (08)

OVNIs no ALGARVE - Caso 05

Local: Aldeia Nova (E.N.125) - V.Real de St. António

Data: 29.Outubro.1991

Hora: 19h45. Cond. Meteorológicas: (I.N.M.G.) Céu limpo, vento fraco, temperaturas min. e max. do ar 11,0º e 22,8º respectivamente. Pôr do Sol: 18:40. A Lua não era visível - MR: 23h08

Despertado pelo desusado silêncio dos cães, António Silva Nobre, veio ao pátio da sua vivenda ver o que se passava. Os cães de caça estavam aterrados e procuravam refugiar-se no interior das suas casotas, o que era muito estranho para o comportamento normal destes animais, entretanto o Sr. António olhou para o lado da sua propriedade e viu "pairando", a cerca de 30 metros, um objecto arredondado de cor "prateado (para o esbranquiçado), mas com muito brilho à sua volta" - disse-nos. "Ainda pensei ser um helicóptero, mas teria de ver as pás das hélices, e ouvir qualquer ruído, que quê... nada!." O objecto estava precisamente por cima do batatal, decidi aproximar-me mais, nesse momento subiu na vertical e desapareceu horizontalmente em direcção da Praia Verde (SW).

Com um tempo de observação relativamente curto, a testemunha ainda teve oportunidade de ver ao que parece um janela (como que de cor tintada). Não muito longe da residência de António Silva, os seus vizinhos: Maria de Fátima Marques, professora, e os seus filhos, também foram testemunhas dessa manifestação OVNI. Com mais tempo de observação, segundo parece aproximadamente 3 minutos, afirmam ter visto o objecto pela janela, e de seguida desceram para o pátio traseiro da casa. "Víamos o foco de luz branca, mas não conseguíamos ver mais nada, até que de repente começou a piscar luzes azuis e vermelhas, e depois passou lentamente por cima de nós em direcção a sudoeste. Passou mesmo por cima da nossa casa e nessa altura conseguimos vislumbrar a parte de baixo de tons claros, e com quadrados de luz" - afirmaram. Maria de Fátima e a sua filha mais velha, Cristina Maria, confirmaram ainda que "na parte da frente aquilo tinha um vidro negro, e não se conseguia ver nada lá dentro. Quando a luz azul acendia apagava-se a vermelha e vice-versa, vimos ao que parecia uma cauda como a dos aviões, fazia um som ligeiro que ouvimos apenas quando passou por cima da casa, mas se não tivéssemos visto o objecto esse barulho nem seria detectado".

Anteriormente a estas observações, em Vila Real de Sto. António (dista 2.800 m. da casa de António Nobre), junto ao terminal da CP e o antigo posto fronteiriço com Ayamonte, dois motoristas de táxis - António José C. Cardoso e Manuel Pereira Brás - que se encontravam na praça de táxis, foram testemunhas da passagem de um objecto arredondado, com várias luzes a piscarem e com um quadrado no centro em vermelho vivo, sendo o seu corpo da cor do aço. Os motoristas, e mais outros transeuntes, testemunharam a passagem do objecto, vindo dos lados de Ayamonte, cerca das 19h40 (hora do Tele-Jornal), em andamento lento, e desaparecendo em direcção a Faro. "Antes de desaparecer de vista, deu-me a nítida impressão que estava a descer na direcção de Monte Gordo, mas não se consegui-a ouvir qualquer ruído. O objecto voador tinha como que uns vidros foscos na frente, mas não se conseguia ver nada para dentro" - declarou-nos António José Cardoso - quem quase (no momento) não acreditou no que via, e que mais tarde se sentiu mais descansado ao falar com o conterrâneo António Nobre e confirmar toda a observação.

Entretanto, em Monte Gordo e Altura confirmavam-se mais testemunhos desta manifestação OVNI. Numa propriedade rural situada em Altura, o casal de agricultores João da Mata e esposa, confirmaram-nos também a passagem do OVNI - na hora e direcção já citadas, e desaparecendo na rota SW. Declaram ainda, que de 15 para 16 de Outubro, talvez cerca das 05h30, quando se encontravam no mercado abastecedor de Vila Real de Santo António, observaram um objecto semelhante e passando na mesma direcção (ao do dia 10), e dentro da sua simplicidade terminaram: "uma coisa é certa não era um avião, mas algo que não era deste mundo..."

Fonte: J.Manuel Andrade / "Correio da Manhã" / CNIFO-Sul .


OVNIs no ALGARVE - Caso 06

Local: Praia da Manta Rota (Vila Real de Sto. António)

Data: 27 de Novembro de 1999

Coordenadas: 37º 09’ 48’’ N / 07º 32’ 23’’ W

Hora: (+ -) 21h30

Tempo de observação: 2 min.

Cond. Meteorológicas: Céu limpo, aragem de Norte - excelentes para esta época do ano.

Testemunhas: Eugénio Luís Samúdio e Angelo Miguel Cristina, mais um pescador desportivo (sem possibilidades de identificação).

As testemunhas tinham acabado de chegar ao (denominado) Largo de Sulférias, na Praia de Manta Rota, (Nota da PUFORA: local com privilegiado angulo de visibilidade), para observar os pescadores desportivos, que por ali pescam a estas horas, quando viram na direcção SW (230º), e a uma altitude da sua posição de 50º, um ponto branco que deixava um rasto luminoso (segundo as testemunhas: como que um jorro de cor avermelhado). Era muito branco, luminoso, de tipo “pulsar”. Deslocava-se a grande velocidade, quase em linha recta. Depois quase que parou - nesse preciso momento viu-se um notável aumento do seu anterior tamanho, e deixou-se de ver o tal “rasto” luminoso. Começou então a deslocar-se em direcção ESTE, sempre baixando consideravelmente, e notou-se que à frente do globo branco (assim chamado pelas testemunhas), antecedia um globo avermelhado (mais pequeno, que o corpo principal).

Em andamento lento, sem qualquer ruído, acabaram por desaparecer a Este (80º) - direcção da localidade de Altura (horizonte).

Fonte: J. Manuel Andrade / PUFORA

(Final)


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